Arquivo de maio, 2009

Alexandre consulta os seus astrólogos sobre um eclipse do sol, depois da batalha de Arbela. (Extraído da obra “Livres des Fais d'Alexandre le Grant”, de Curtius Rufus Quintus; impressa entre 1468 e 1475. Fonte: British Library Images Online)
Quando Alexandre o Grande conquistou o Egito, depois de um assédio de seis meses ao porto de Tiro, a tomada da cidade coincidiu com a data astronômica da ascensão da estrela Sirius, ausente do céu durante um longo período. Ao reaparecer no horizonte oriental, Alexandre interpretou a efeméride como um anúncio de que em breve usaria a tiara dos Faraós. Por causa disso, ele modificou o calendário grego para que o momento do nascer de Sirius marcasse o começo do ano novo como era feito no Egito.
Alexandre foi retratado em inúmeras esculturas e pinturas com uma estrela brilhando sobre a cabeça, um evidente símbolo astrológico de Sirius, o astro que preside o destino dos reis segundo os egípcios e caldeus, que a chamavam de Sarrus, o rei ou o “senhor dos céus”.
Os antigos consideravam Sirius o Sol central da Via Láctea e o poeta Manilius referiu-se a esta estrela como “um Sol distante para iluminar corpos distantes”. Ela é o centro de gravidade de nossa constelação, e considerada por muitos astrólogos na interpretação do mapa como “o Sol do Sol”; e dado que o Sol no mapa significa o Ego, o centro de identidade pessoal, Sirius significaria o Super Ego, ou o centro mais alto da identidade pessoal. Por isso há astrólogos que acreditam que a conjunção do Sol com Sirius no mapa dos Estados Unidos é responsável pela sua inclinação para se tornar o “inspetor” dos negócios mundiais… Ler texto completo »








