Introdução

Introdução

A “mais persistente alucinação do homem” segundo Franz Cumont, “puta da Babilônia”, “filha tola e infame da astronomia” segundo Kepler, “dama desonrada” segundo o escritor Walter Scott; são muitos os adjetivos recebidos pela astrologia por parte de seus adversários e detratores. No entanto, a verdade é que ela tem atravessado os séculos sem perder o crédito, pelo menos entre o ‘povão’, e não é sem motivo que Rudolf Thiel afirmou ser a astrologia o movimento espiritual mais bem sucedido de todos os tempos. Por mais que os astrônomos a reneguem, os céticos a escarneçam e os religiosos esperneiem à sua menção, ela continua de pé desafiando o tempo e sobrevivendo até mesmo aos astrólogos ignorantes, aos fabricantes de horóscopos de jornais, aos seus detratores e, sobretudo, aos misticóides que sem nenhum conhecimento astrológico apelam para ela para justificar suas profecias estapafúrdias.

Estudada e praticada no passado por sábios, religiosos, senhores da guerra e até césares, a astrologia produziu um riquissimo anedotário que até agora ainda não foi devidamente compilado. Este site pretende resgatar algumas destas anedotas.


De volta ao ar – 03/10/2008

Inicialmente publicado em 2003 em hospedagem gratuita, depois migrando para espaço próprio entre janeiro e dezembro de 2004 no endereço www.astroanedotario.com, e fora do ar desde então, o Anedotário Astrológico volta agora em formato de blog. Os  arquivos daquele período foram reformatados e estão todos reproduzidos aqui, nas datas em que foram publicados originalmente. Infelizmente não foi possível manter o domínio anterior, sacrificado aos deuses do SPAM, mas a autoria (Bira Câmara) e administração (André Câmara) são as mesmas daquele site.


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